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 Diogo Bolota (Lisboa, 1988) vive e trabalha entre São Paulo e Lisboa. Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (2006-08), e Arquitectura na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, tendo concluido a licenciatura em 2012. Em 2013 conclui o MA Drawing pelo Wimbledon College of Arts, University of Arts (Londres, RU).

Participou em várias residências artísticas tendo sido, em 2019, artista residente da Fundação Armando Álvares Penteado. Em 2017 foi nomeado para o prémio Novo Banco Revelação, Fundação de Serralves e em 2024 para o prémio Norberto Fernandes em Lisboa..

Expõe regularmente desde 2014.. Entre as exposições colectivas destacam-se Escuta à procura de som (2019) no Consulado Geral de Portugal em São Paulo, Nome do meio (2018) na Moradia, Cidade Jardim (2017) na Galeria Diferença, Babel (2015) na Miguel Justino Contemporary Art e Canto Chanfrado(2014) no Espaço Avenida 211.

Individualmente expôs C’est quoi cette danse? (2024) na Galeria Dialogue em Lisboa, Defeito Desfeito (2020) no Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, Sinalefa (2016) no Mu.sa, Esgaravatar (2016) na Casa-Museu Medeiros e Almeida, Objectar (2016) no Museu Geológico e Sabotagem (2015) n'A Ilha no Maus Hábitos, Porto.

Participou em várias residências e tem o seu trabalho publicado na Caixa Negra (Saco Azul) e pela Editora da Fundação de Serralves.

Instagram: @diogo.bolota


ENG

Diogo Bolota (Lisbon, 1988) lives and works between São Paulo and Lisbon. He studied Painting (2006-2008) at Lisbon School of Fine Arts, holds a BA in Architecture (2008-2012) from the Lisbon Technical University and a MA Drawing (2012-2013) from the University of the Arts, London.

He has been exhibiting his work since 2014. He participated in group exhibitions such as Canto Chanfrado (2014) at Avenida 211; Babel (2015) at Miguel Justino Contemporary Art; Cidade Jardim (2017) with Fernando Brito at Galeria Diferença; Que farei eu com esta espada? (2017) at Zaratan; Nome do meio (2018) at Moradia; Eco(da ideia à obra de arte) at Galeria Liminar. In solo he participated with Sabotagem (2015) in Expedição’s Program at Maus Hábitos in Oporto; in a project room named S/ Ponto de Fuga (2015) at Cunha’s Gallery in Lisboa, as well as Objectar (2016) at Geological Museum (Lisbon); Esgaravatar (2016) at Medeiros e Almeida’s Museum (Lisbon) and Synalepha (2016) at Museum of Contemporary Art (Sintra) and this last year(2020) with Defeito Desfeito at Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes.

Diogo Bolota has also participated in Tapada da Tojeira and República das Artes de Cerveira’s residencies program (2016). He has his work published in Caixa Negra’s catalogue from Maus Hábitos, Guião from the Medeiros e Almeida’s Museum and is part of the catalogue of Novo Banco's Revelação 2017.

He was shortlisted to Novo Banco Revelação 2017 Award at Serralves Foundation (Oporto). He was in the Fundação Armando Álvares Penteado’s Art Residency in 2019. In 2024 was nominated to Norberto Fernandes Prize in Lisbon.